domingo, 24 de outubro de 2010

Pluralidade cultural

Pluralidade cultural


O vídeo fala por si mesmo








Pluralidade cultural indígena
O vídeo fala por si mesmo


sábado, 28 de agosto de 2010

Paulo Freire- Pedagogia da autonomia



Pedagogia da autonomia


1.9 Ensinar exige o reconhecimento e a assunção da identidade cultural. Ao nos assumirmos não estamos excluindo os outros, significa assumir-se como ser histórico e social, pensante, transformador e criador. A questão da identidade cultura é fundamental na prática educativa e tem a ver diretamente com assumir-nos enquanto sujeitos. A construção de um saber junto ao educando depende da importância que o educador dá a parte social, à comunidade à qual ele trabalha para conseguir aproximar os contextos à realidade vivida, compondo assim um dialogo aberto com o aluno. Dado o exposto, Freire simplifica: não há docência sem deiscência.


Paulo freire sem duvidas nós ensina muitas coisas e nós motivamos pra continuar investindo na educação e que a educação é a única saída da opressão do mundo capitalista e é a nossa opção melhor em quebrar a paradigmas...


E para podemos mudando o sistema precisamos estamos dentro dele pra trazer melhoria e muda-lo aos poucos com Paulo freire dizia...

“Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo.”



Paulo freire.





















domingo, 22 de agosto de 2010

Teachers "Escola Da Desordem"

Bom o filmer teachers "a escola da dessordem" um filme muito curioso pela sua forte criticas aos Método  de ensino atual embora esse filme é dos anos 70, nós mostra que mesmo sendo tão "velho" esse filme. mas a hístoria se repete agora da mesmo formas. objetivo do filme era nada mais do que mostra a forma desorganizada da pereferia do estados unidos aonde mostra um professor que desafia o "sistema" para mudar a escolar, a forma de ensino etc. Bom o que eu posso dizer é que quando não ouver um movimento grande para tentar reformular o ensino das escolar não tem como nós progredimos. assim como dizia Valter bracht...
- não podemos mudar o sistema sem estamos dentro do sistema. estando dentro do sistema podemos trazer melhorias e muda-lo.
Umas da muitas senas do filme a que me chamou mais atenção foi aque o aluno sai das sala de aula e vai rodando a escolar com uma máquina fotografica e vai fotografando as falhas da intintuição escolar e a posturas dos professores e diretoria assim ele mostra que na escola não só um problema mais varios problemas na escolar aonde não tem medidas para inverter essa situação.









sexta-feira, 16 de julho de 2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

aula de skat

Tivemos uma aula esporte aventura o skate e o Le Parkour vimos as possibilidades de ter outras atividades de trabalhar na escolas com os alunos assim trazendo novas vivencia corporais, esportivas, mais não só necessariamente trazer o esporte aventuras pra aulas de educação física, a questão do espaço, o material, e a segurança, assim sempre priorizado o bem estar dos alunos. A contemporaneidade vem evidenciando o surgimento ininterrupto de novas possibilidades de práticas físicas, dentre elas aquelas ligadas à natureza. Nesse sentido, as atividades de aventura surgem em decorrência de uma série de fatores no contexto social como a racionalização do tempo, configuração atual do trabalho, necessidade de expressão e mudanças no ser humano, (re) encontro com o meio natural, prática física, contemplação, superação dos próprios limites, lazer, experimentarem sensações de prazer e ou liberdade, enfim atributos relacionados à promoção da saúde e qualidade de vida (PAIXÃO, 2009).




Atividades de aventura, educação ambiental e Educação Física escolar

Os PCN’s (1998) recomendam uma Educação Física que extrapole suas atividades curriculares, e que vise a construção de uma escola comprometida com a transformação social que favoreça o conhecimento crítico da realidade. É nesse sentido que o trabalho com as questões ambientais nas aulas de Educação Física escolar a partir das atividades de aventura se apresenta como uma proposta instigante no currículo da Educação Básica.

Ao se pensar as atividades de aventura como parte integrante dos conteúdos da Educação Física escolar, tomaremos às idéias de Darido (2005, p.65) ao afirmar que “... quando nos referimos a conteúdos, estamos englobando conceitos, idéias, fatos, processos, princípios, leis científicas, regras, habilidades cognoscitivas, modos de atividade, métodos de compreensão e aplicação, hábitos de estudos, de trabalho, de lazer e de convivência social, valores, convicções e atitudes”.

A organização didático-pedagógica de um determinado conteúdo – neste caso, a ênfase recai sobre as atividades de aventura e suas diferentes modalidades – irá demandar do professor conhecimentos e habilidades que se configuram no domínio deste no processo instrucional, haja vista a sua completa assimilação e compreensão1 por parte do (a) aluno (a). Nesse sentido, o conteúdo, na perspectiva de Coll, Pozo, Sara bia e Valls (2000), organiza-se a partir de três dimensões classificadas como conceitual procedimental e atitudinal.

A dimensão conceitual refere-se ao que o aprendiz deverá aprender em termos de conceitos e fatos relacionados a um determinado conteúdo, como por exemplo: compreender a evolução das atividades de aventura como possibilidade de lazer e competição na natureza, contextualizar as modalidades existentes, enfocando, por exemplo, sua evolução, potencialidades e possíveis impactos no meio natural na contemporaneidade; conhecer as diferentes denominações atribuídas às atividades de aventura e especificidades para a sua prática em diferentes ambientes naturais; e perceber as práticas de aventura no meio natural como espaço para diferentes manifestações expressivas humanas.

A dimensão procedimental diz respeito ao que se deve saber fazer diante de uma situação concreta da prática de um determinado conteúdo, como: executar os procedimentos específicos de uma modalidade de aventura e relacioná-los com fatores de ordem cultural, social e emocional ligados a ela; vivenciar fortes emoções, vertigem, sensação do risco e adrenalina propiciados pela prática de uma modalidade nos diferentes ambientes naturais em que se efetiva; e adquirir os princípios essenciais para a prática de uma modalidade, como procedimentos de segurança, utilização correta de equipamentos, entre outros.

A dimensão atitudinal refere-se ao que se deve ser, efetivada pela atitude do indivíduo em seu meio. Tem-se a compreensão da natureza numa perspectiva que ultrapassa a visão de simples cenário no qual ocorrem as atividades de aventura, mas também na urgência de valores e atitudes no sentido de preservá-la como bem comum; respeitar os limites corporais quando na realização das práticas físicas de aventura no meio natural; e vivenciar as modalidades tendo como princípios balizadores da prática atitudes de interação, solidariedade e companheirismo.

Embora o profissional possa priorizar uma dimensão em relação às demais, nota-se que no decorrer do processo ensino-aprendzagem, essas dimensões muitas vezes ocorrem de forma imbricada, o que dificulta a distinção entre elas. No entanto, o seu conhecimento e sua consideração são essenciais para a assimilação dos aspectos e valores referentes a uma dada modalidade pelo (a) aluno (a).

LAZER

Podemos estabelecer apontamentos que possam possibilitar uma perspectiva de lazer que contribua nas aulas de educação física para uma visão crítica da realidade, em face às mudanças que vem acontecendo no capitalismo e que colocam novas determinações para a humanidade. Dentre estas destacamos a perspectiva de homem pautada no individualismo pós-moderno.
De acordo com Duarte (2004) este indivíduo pós-moderno vem sendo cunhado com características marcantes:
1.sua existência é anônima,
2.o indivíduo pós-moderno é descontraído, flexível,
3. tem um estilo próprio de vida não querendo ser exemplo para ninguém, pois na sua ótica existe verdade nenhuma,
4.procura a fantasia, a cultura do desejo e a gratificação imediatista,
5.prefere viver o presente e o passageiro, tendo horror ao estável, permanente,
6. preocupa-se, exclusivamente, consigo e suas necessidades pessoais e desinteresse em laços com instituições tradicionais (como família, Igreja, partido. etc.).
Por estas características que estão sendo constantemente plasmadas na realidade concreta, sem que as pessoas se dêem conta, e o lazer, na sua expressão de mero entretenimento, tem sido a nosso ver, veículo fundamental de propagação desse individualismo hedonista na qual o outro só está de passagem na sua busca pelo prazer e importando “viver” só imediato e o descompromissado com qualquer perspectiva de transformação.
Pretendemos, portanto, resgatar na produção teórica sobre o lazer um importante referencial, que vem sendo construído por Marcelino (2002) numa perspectiva de lazer para além do mero entretenimento, como pensa o senso comum, que desta forma se torna estéril enquanto um referencial de contraponto e transformação.
Ao contrário, compreendemos que o lazer se torna um importante elemento a ser considerado pela educação física, na sua prática pedagógica para além de uma lógica meramente compensatória para os alunos.
Não obstante, se faz necessário nos firmamos num conceito/concepção de lazer, dentre as muitas existentes, para podermos situar perante a realidade. Portanto, nossa compreensão é apoiada em Marcelino (1990) o qual entende o lazer.
como a cultura – compreendida no seu sentido mais amplo – vivenciada (praticada ou fruída) no “tempo disponível”. O importante, como traço definidor, é o caráter “desinteressado” desta vivência. Não se busca, pelo menos fundamentalmente, outra recompensa além da satisfação provocada pela situação. (p. 31)
Esta demarcação sobre o lazer é importante, quando da observação fenomênica e imediata, constatamos o lazer – desde muito tempo e com força hodiernamente – seja como “válvula de escape” à realidade massacrante do mercado, seja enquanto mercadoria a ser consumida por quem puder pagá-la. E isto traz inferências sérias para o lazer.
No tocante a cultura infantil, o que se tem observado é o furto da possibilidade que a criança tem de vivenciar ludicamente a infância. E tal furto se deve “ ou pela negação temporal e especial do jogo, do brinquedo, da festa, ou mesmo através do consumo “obrigatório” de determinados bens e serviços oferecidos como num grande supermercado” (MARCELINO, 2002, p. 55).
Acrescente-se também, o grande contingente de crianças oriundas da classe trabalhadora, que tem sua infância assaltada, por terem de trabalhar, desde cedo, para garantir a sua sobrevivência e de sua família. Pode-se, inclusive, falar de “adultização da infância” (Silva, 2006), na qual as crianças vão assumindo atribuições de gente adulta e perdendo a sua sociabilidade humana, pautada no SER CRIANÇA (ibid.).


Neste bojo, na lógica da sociedade capitalista que deixa de considerar a criança enquanto produtora de cultura, mas seu mais importante consumidor. Procura-se ingressar, cada vez mais cedo, a criança no mundo consumidor de mercadorias, promovendo, tal como o faz com o trabalho (MARX, 2004), a alienação da criança consigo, com as outras crianças e com a natureza.
Neste sentido, cabe resgatarmos, no limite da ação pedagógica, a dimensão lúdica da cultura da criança, que vem sendo assaltada em prol de uma mercadorização pura e simples.
A seguir destacaremos alguns apontamentos feitos por Marcelino na sua proposta da Pedagogia da Animação como forma de subsidiar a prática pedagógica em geral. Procuraremos apontá-las para a nossa especificidade, a educação física.




Fora o preconceito que tem com a diversão do lazer como cita Carmargo(1986 p.16e 17)
"Está presente em todos os meios sociais e culturais .Muitas vezas reflete apenas na difilculdade em se divertir experimentar pela pessoa que enuncia.Culpa a falta de recursos materias(que aliás, nunca serã suficientes !) é um álibi que sempre funciona."
Com isso ele cretica que que como podemos tem un certo lazer se tem tantas pessoas passando fome sem ter o que comer ,sem casa e se minimas condiçoes de cuidar da propria saude.Ele tambem cita que :" Na realidade ,qualquer pessoa que dispõe de recursos baixos do limite minimo para sobrevivencia e a de sua familia temn dificuldades de acesso a determinadas formas de lazer,sobretudo as que implicam algum gasto,como os grandes parques de diversão ,o cinema ,o teatro,sem falar da longasviagens,do golfe,dotenis,da ópera etc."
Também não podemos esquecer do Huizinga(1971) que cita:
" Toda forma ludica de uma pessoa vem de sua criatividade e seu ritual, fora que tem seu tempo e espaço definido"
Temos uma estranha forma de tentar ver quem vem primeiro se e o homo ludens,que e homem na sua forma ludica o homem espontanio ou homo faber,que o homem do trabalho o da produtividade es a questão quem vem primeiro se formos parar para pensar foi o homo ludes. Carmargo(1986 p.23)



Como cita Carmargo(1986 p.23)
""Se observamos o crescimento de uma criança veremos que o Ludens vem primeiro. O Bebe,na sua primeira infância é totalmente e apenas ludens.Ele exercita seu sentidos,sua voz, procura esticar seus menbros ,em resumo,exprimir-se. O homo faber pouco a pouco emerge desse homo ludens ,seja espontaneamente da propria brincadeira- por exemplo, quando a criança se dá conta do valor de troca de seu brinqueno-,seja quando induzida pelos pais ,a criança assimila a noção do "dever".
Que tambem levou Huizinga(1872-1945) a dizer que todas as instituições humanas estruturam-se a parti do ludico.



Fora que nao podemos esquecer de uma pequena critica que aprendemos com esse tempo de estudo na faculadade que na escola ,o lúdico,o espontaneo,acaba sufocado pelas artificialidade se o lugar  na classe é determinado pela sua altura ou qualquer criterio artificial,e não pelas afinidades pessoais ;a materia a estudar é determinada por uma grade curricular ,e não pela maturação da curiosidade.È nesse sentido do que o pedagogo Lauro Oliveira LIma diz que o único momento sadio da escola era o o recreio,pois nesse momento restabelece-se a espontaneidade
Ja nesse fato podemos colocar Brecht(1986,p.64) menciona que:
"Nesta perspectiva ,trata-se não de mudar o sistema,mas sim conseguir mudanças dentro do sistema.Não questionando o sistema (capitalista),trata-se então de faze-lo funcionar melhor"
Vemos também que o lazer esta presente em todo lugar ,em qualquer momento temos o lazer nos filmes,novelas,livros,como no romance o Grande Gatsby,do escritor norte ameicano F. Scott Fitzgerald(1896-1940),ilustra bem a ostentaçao do viver ludicamente como demonstração da diferencia em meio a pobreza dominante.O poderoso Gastsby ,um novo-rico que promovia festas fántasticas,das quais não desfrutava,apenas para atrair a amada rica,é uma imagem poderosa do lazer utilizando como distinção social.



O Lazer pago pelo Trabalho


Vejamos o processo.Primeiro ,lutou-se pela jornada de 8 horas ,e assim surgiu um tempo diário de lazer.Em seguida ,lutou-se pela jornada semanal de 40 horas e surgiu o repouso semanal remunerado,depois pelo direito á pausa anual e surgiram as férias remuneradas;e , finalmente,pelo direito ao não-trabalho na velhice e surgiu a aposentadoria remunerada.
Assim,quem pára de trabalhar no final do dia ,no final de semana, nas férias ou na aposentadoria,não está conspirando contra o trabalho.Ao contrário ,essas pausas estão previstas no resultado produtivo final.Não é mais o vagabundo,é o trabalhador em situação de lazer.
O recurso ao termo lazer e não diversão também tem outra explicação.Traduz a esperança de que o ideal dos gregos romanos-a existencia de um tempo livre voltado ao desenvolvimento pleno do indivíduo e não apenas a diversão inconsequentemente,entre eles reservado apenas uma minoria -venha um dia constituir o traço dominante e global de uma sociedade onde todos possamos trabalhar e bem usufruir do lazer.
Concluindo

A diversão eo lúdico são traços de todas as sociedades conhecidas,em todasas sociedades conhecidas,em todas as épocas da história ,e podem acontecer em qualquer momento do contidiano dos individuos estejam eles trabalhando ,trocando fraldas do bebe ou rezando.
Já o tempo livre (liberadodo trabalho) é uma conquista moderna das lutas sindicas,da revolução técnica do trabalho e da expressão dos setores esclarecidos da sociedade.Cocretamente ,é o tempo quesobra das obrigaçoes profissionais ,escolares e familiares ,englobando o estudo voluntario,a participação religiosa ou política eo lazer.E o lazer é a forma mais buscada de ocupação desse tempo livre,seja pra se divertir,seja para repousar ,seja para se autodesenvolver por meio da conversa ,da leitura, do esporte etc.]



Os conceitos de lazer e recreação em nada se diferenciam do ponto de vista da dinâmica sociocultural que produziu o divertir-se moderno.As duas expressões surgem mais em decorrencia de um problema linguistico do que socioeconômico.Nem todas as linguas modrenas dispoem de termo equivalente ao licere latino(lazer em portugues,loisir em francês,leisure em inglês).O espanhol, o italiano, o alemão nao possuem palavras correspondente, adotando termos d raiz igual a recreação, com a mesma finalidade e praticamente o mesmo sentido.
O tempo de lazer não é o único tempo em que podemos experimentar momentos felizes .A felicidade é um sentimento que não escolhe hora.Pode atingir-nos nas mais diferentes situações , mesmo nas mais incômodas.


O tempo de fazer é apenas um tempo especial em que podemos buscar mais situações agradaveis do que aquelas que o trabalho pode nos proporcionar. O que nem sempre e verdade!!!. O tempo de lazer é tão artificial quanto o tempo de trabalho.Um relogio de ponto pode nosdizera que horas devemos nos divertir, a hora qm que deixamos de ser tenso, produtivo, artificiais, para sermos relaxados, improdutivos, espontaneos? (Carmargo 1986)
Vivemos uma civilização do tempo livre, em que este já é quse igual e as vezes maisor do que o tempo de trabalho.Mas ainda estamos longe de uma civilização do lazer, em que as pessoas saibam ocupar esse tempo livre com atividades que efetivamente lhes divirta e contribuam pra seu desenvolvimento pessoal. (Carmargo 1986)
" No mundo embaralhado em que se vive ,lazer siginifica o tormento de nao ter nada o que fazer, e trabalhar significa fazer de conta que se faz algo, atoementando-se, para não se atormentar mais" ( José Arthur Giannotti)
"Apos uma analise da dinamica hitorica que permitiu o surgimento de tempo de lazer e das atuais circustancias da vida urbana e adotando a permissa segundoa qual trabalhar e facil e divertir-se e dificil"( Luiz Octávio de Lima Camargo


Referências bibliográficas

COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
DUARTE. Newton. A Rendição Pós-Moderna à Individualidade Alienada e a Perspectiva Marxista da Individualidade Livre e Universal. In: DUARTE, Newton (org.) Crítica ao Fetichismo da Individualidade. Campinas, SP: Autores Associados, 2004. p. 219-242.
MARCELINO, Nelson Carvalho. Lazer e Educação – 2ª edição – Campinas/SP: Papirus, 1990.
MARX, Karl. Manuscritos Econômico-filosóficos. São Paulo: Boitempo, 2004.
Carmargo,Luiz O. de Lima. O que é lazer.São Paulo.Brasiliense.1986
Huizinga,Johan. Homo ludens. São Paulo.Perpectiva.1974
Marcelino, Nelson Carvalho. Lazer e humanização. Campinas,Papirus,1988
Brecht Valter. Revista brasileira de ciencias do esporte7(2)62-68,1986 pág.64 de 68
Luiz Octávio de lima Camargo.Educaçao para o lazer 1986

sexta-feira, 28 de maio de 2010







aspectos e estruturas do aprendizado do movimento (aspectos da cronologia,educação somática e técnica,disciplinas de contextualizem a dança(história,estética,apreciação e crítica,sociologia e cinesiologia).E possibilidades de vivenciar a dança em si (repertórios,improvisação e composição coreográfica).


dançar é movimentar-se pelo espaço sentir o corpo livre,é comunicar-se consigo mesmo,é desfrutar, liberar-se...Convidar para dançar é animar,quebrar preconceitos,medos,vergonhas...O movimento é comunicação.
 
 
(Isabel amorim marques 1999)







quarta-feira, 26 de maio de 2010

"ESCRITORES DA LIBERDADE":

O filme "Escritores da Liberdade" (Freedom Writers, EUA, 2007) aborda, de uma forma comovente e instigante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. Tal filme se inicia com uma jovem professora, Erin (interpretada por Hilary Swank), que entra como novata em uma instituição de "ensino médio", a fim de lecionar Língua Inglesa e Literatura para uma turma de adolescentes considerados "turbulentos", inclusive envolvidos com gangues.


Ao perceber os grandes problemas enfrentados por tais estudantes, a professora Erin resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a concordância da diretora do colégio. Para isso, a educadora entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares. Ademais, a professora indicou a leitura de diferentes obras sobre episódios cruciais da humanidade, como o célebre livro "O Diário de Anne Frank", com o objetivo de que os alunos percebessem a necessidade de tolerância mútua, sem a quais muitas barbáries ocorreram e ainda podem se perpetrar.



Com o passar do tempo, os alunos vão se engajando em seus escritos nos diários e, trocando experiências de vida, passam a conviver de forma mais tolerante, superando entraves em suas próprias rotinas. Assim, eles reuniram seus diários em um livro, que foi publicado nos Estados Unidos em 1999, após uma série de dificuldades. É claro que projetos inovadores como esse, em se tratando de estabelecimentos de ensino com poucos recursos, enfrentam diversos obstáculos, desde a burocracia até a resistência aos novos paradigmas pedagógicos. Em países como o Brasil, então, as dificuldades são imensas, mas superáveis, se houver engajamento e esforços próprios.





Nesse sentido, o filme "Escritores da Liberdade" merece ser visto como apreço, sobretudo pela sua ênfase no papel da educação como mecanismo de transformações individuais e comunitárias. Com essas considerações, vê-se que a educação como já ressaltou grandes educadores da estirpe de Paulo Freire, tem um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.

domingo, 16 de maio de 2010

Corpo, Jogo, Luta

Capoeira



O corpo, a luta e o jogo na capoeira

Jose Milton ferreira da silva

Falar de capoeira hoje, no Brasil ainda provoca durabilidade interpretativas, pois a capoeira tanto pode se referir Amato rasteira, cestos de aves, jogo atlético ou luta corporal.

O corpo e a capoeira tiveram influências e assimilações importantes no decorrer do processo histórico o corpo é principal fenômeno para a estruturação da capoeira, isto é, o corpo,quando ausente,impossibilita há noção da capoeira com jogo e luta.

Capoeira é dança e luta brincadeira e combate Mandingueira e objetivo, malandra e vadia: a copeira é a resistência de um povo integrado a massa,e a cultura,Ê raça ,enfim, é o fenômeno do inacabado.
A capoeira tem sua origem, ou pelo menos seus primeiros sinais de luta no Brasil colônia há quais os negros descobriu em seus corpos um grande aliado para extrapolar seus sentimentos expressar corporalmente sua indignação.
Segundo Platão, em seu entendimento “a capoeira era usada como forma de expressar seu sentimentos e pensamentos na expressão do seu corpo já que eles não tinha como se expressar verbalmente, e usavam o corpo como essa pratica de capoeira.
Por muito tempo e muitos combates, os negros deixaram na memória a eficácia dos corpos ágeis e, astutos e flexíveis resistindo o corpo contra os malfeitores.

Na capoeira o corpo é o intrusmento-mor para a pratica da arte-luta. Podemos dar a copeira o corpo com a sua própria identidade, pois todos os gestos e movimentos corpóreos quer mostrá-lo e caracteriza La como arte do corpo antes de tudo.

Na capoeira de angola é muito comum o termo brincadeira, pois nela a luta está sempre camuflada por um jogo, dança mandinga vadiagem.




O jogo da capoeira não esta centrado sobre estrutura racional e pedagógica em que tudo já este determinado nas pelo contrario, esta provida da espontaneidade, de corrente da situação. O jogo acontece do improviso com um barco que balança conforme o agito do mar.




“Também segundo Huizinga:” o jogo precisa ter um espaço e tempo definido para ocorrer. No jogo existe alguma coisa “em jogo” que trance de as necessidades imediatas da vida e confere um sentido á ação. Todo jogo significa alguma coisa. Não se explica nada chamado “instinto” ao principio ativo que constitui a essência do jogo; chama-lhe “espírito” ou “vontade” seria dizer desanimado Seja qual for à maneira como o considere, o simples fato de o jogo encerrar um sentido implica a prensa de um elemento não material em sua própria essência.

A capoeira negra é um jogo sem leis, logo sem métodos, para que cada momento se preenchido por um novo gesto.



O capoeirista utiliza seu corpo com a tocaia para seu adversário através da expressão facial.

A capoeira regional surge mais direcionada ao domínio do próprio corpo com formas mais apuradas para a luta. Com o interesse da integração dos capoeiristas às classes sociais.




Para abordar a luta do negro em obter um espaço na construção social durante o período imperial da nação brasileira, é preciso que interpretemos a capoeira em sua ambigüidade, buscar uma representação tendo em vista suas denominações, ou seja, luta, dança, jogo, brincadeiras, etc.
A Capoeira assume várias concepções, o que amplia o seu leque de intervenção e utilização. Para muitos a Capoeira é dança, jogo, luta, defesa pessoal, arte, educação, cultura, lazer, terapia, folclore, ginástica, desporto, história, filosofia - de vida - e até religião. A Capoeira é a soma de tudo isso, e não pode ser compreendido com estes elementos separados, o que reforça e demonstra as multifaces desta.




Segundo Izabel Cristina de Araújo Cordeiro: “a Capoeira hoje, vem sendo utilizada tanto como conteúdo de aulas de Educação Física, Lazer, quanto como formação de atores, terapia, entre outros”. (CORDEIRO, 1992, p. 2).
De acordo com Luiz Silva Santos:

Outros fatores que também estão inerentes no jogo da capoeira são os aspectos folclóricos, defesa pessoal, arte, dança esporte e cultura. Estes aspectos devem ser respeitados e valorizados, tanto pelo seu teor educativo, como por caracterizarem a capoeira como atividade genuinamente brasileira (SANTOS, 1990, p. 13).

Hélio Campos, o Mestre Xaréu, afirma que a riqueza da Capoeira está nas suas várias formas:
A riqueza está nas várias formas de ser contemplada, onde o aluno poderá assimilar e atuar nas linhas com as quais mais se identifica: capoeira, luta, dança e arte, folclore, esporte, educação, como lazer e filosofia de vida (CAMPOS, 1998, p.21 e 22).
SILVA MELLO ressalta a pluralidade da Capoeira em seu universo simbólico e motor:

Em seu universo simbólico e motor encontramos elementos, tais como a musicalidade, a religiosidade, movimentos acrobáticos, dentre outros, que a tornam bastante peculiar. A capoeira é plural, e nela o lúdico e o combativo interpenetram-se, caracterizando-a como jogo, luta e dança (SILVA MELLO, 2002, p. 01).





Referências bibliográficas



CORDEIRO, Izabel Cristina de Araújo. Bota a Mandinga ê... A Esportivização da capoeira em questão. Campinas: Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Educação Física, 1992.

SILVA MELLO, André Da. A história da capoeira: pressuposto para uma abordagem na perspectiva da cultura corporal. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE, LAZER E DANÇA, VIII., 2002, Ponta Grossa, PR. As ciências sociais e a história da educação física, esporte, lazer e dança. Anais... Ponta Grossa, PR: Universidade Estadual de Ponta Grossa, 2002.

SANTOS, Luiz Silva. Educação: Educação Física: Capoeira. 1ª edição, Maringá: Fundação Universidade Estadual de Maringá, 1990.

Huizinga, Johan (1999). Homo ludens. São Paulo. Perspectiva.

João Batista Freire. O jogo: entre o riso e o choro. - campinas, SP:

A Linguagem do Corpo na Capoeira - Da Silva, José Milton Ferreira.

MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

PLATÃO. Fédon. São Paulo: Abril Cultural, 1972. (Coleção Os Pensadores). P. 61-134

Vem dançar,

Vem dançar


Esse filme gira em torno de um profissional de danças que se voluntaria para ensinar no sistema de ensino público de nova York. Mas quando seu modo clássico bate de frente com os instintos de hip-hop de incontido nos alunos, ele se junta a eles para criar um novo estilo de dança e se tornar o mentor dos alunos durante o processo.






Esse filme é nada mais nada menos nós mostra que das tantas praticas corporais que existe na Área de educação física, nós futuros professores de Ed física, temos uma vasta formas de trabalho, diversificada, assim temos uma ruptura no sistema e como diz Valter bracht, o capitalismo só favorece o há burguesia. enfim a educação física tem uma variação muito grande, assim usando o lúdico de brincadeira mostrando uma que há uma nova forma de trabalho na pedagogia esportiva quebrando paradigma da visão da Ed física.

exemplo de Pierre ( bailarino interpretado por Antonio Banderas) devia ser seguido por muitos profissionais, pois a arte tem o poder de resgatar o indivíduo como cidadão, além de trabalhar a sua auto- estima através do despertar de valores. Eu Li que este filme inspirou várias escolas norte-americanas e sei de um caso no Brasil, onde uma escola pública adotou a dança como um recurso pedagógico.



A dança e a sociedade estão sempre imbricadas. Não há como falar da dança sem percorrer a grandeza de sua trajetória ao longo dos anos, nem deixar de falar do homem, da sua corporeidade e necessidades.
OliveiraV. (2001, p.14) menciona que:

"Uma das atividades físicas mais significativas para o homem antigo foi a dança. Utilizada como forma de exibir suas qualidades físicas e de expressar os seus sentimentos, era praticada por todos os povos, desde o paleolítico superior (60.000 a.C.)."


A dança além de ser uma forma de expressão corporal Ela tem um valor muito grande e quebra grandes paradigmas De acordo com o autor, a dança tanto tinha características lúdicas como ritualísticas, em que havia manifestações de alegria pela caça e pesca ou dramatizações pelos nascimentos e funerais.


Nanni (2003, p.7) confirma isto quando cita que:

"As danças, em todas as épocas da história e/ou espaço geográfico, para todos os povos é representação de suas manifestações, de seus 'estados de espírito', permeios de emoções, de expressão e comunicação do ser e de suas características culturais."

As diferenças entre os alunos da academia de dança que tinhas os alunos. pela sua própria cultura dos alunos que gostam mais do hip-hop e o professor Pierre (bailarino interpretado por Antonio Banderas) vem com as musicas clássicas há uma rejeição da parte dos alunos que infelizmente e totalmente natural, mas com ótimo trabalho e mostrando aos alunos que ele tem seu valor e através da dança ele vão mudar seu cotidiano, como a dança recuperam sua alta estimas.
assim não tendo a exclusão mais a inclusão social dos alunos.
fora que eles no decorrer do processo de trabalho montrão muita criatividade em peformace de danção e também modificando a forma de dançar tradional, e o som a musica classica fundido com o hip-hop.
Portanto, o conhecimento de si mesmo e da dança passa pela necessidade de conhecer sua própria história e manifestações culturais de seu povo.

Neste sentido a dança sempre visou o mesmo fim: a vida, a saúde, a religião, a morte, a fertilidade, o vigor físico e sexual, também permeando os caminhos terapêuticos e educacionais, estabelecendo assim, uma diversidade interessante para esta manifestação.

É fundamental para este homem, que partiu de nômade a sedentário, ainda oprimido pelo tempo e espaço, pelas situações cotidianas, vislumbrar-se com uma dança que possa ser democrática, rompendo com a idéia de que a dança "é privilégio de alguns" (GARIBA, 2002, p.2); e, de que é necessário uma técnica específica. Entende-se que o mais importante é ser capaz de compreender a dança como "um modo de vida, de existir" (GARAUDY, 1989, p.7)





Os alunos que eram excluídos da própria escola, incorporado a dança tento uma maior sociabilização. Essa compreensão do movimento através da dança pode estar associada ao universo pedagógico da Educação Física, pois a dança além de atividade física é, de acordo com Ferrari (2003, p.1), " educação", sendo indispensável para que o indivíduo entenda o que e porquê fazer o movimento, pois o movimento expressivo antes de tudo deve ser consciente. 

Ao fazer alusão ao movimento consciente, Oliveira V. (2001, p.96) aponta que:

"É importante que as pessoas se movimentem tendo consciência de todos os gestos. Precisam estar pensando e sentindo o que realizam. É necessário que tenham a 'sensação de si mesmos', proporcionada pelo nosso sentido cinestésico (...), normalmente desprezado. Caso contrário, estaremos diante da 'deseducação física'. "




Desta forma, esta consciência situa o homem como um ser no mundo e esta interação de acordo com Nanni (1998, p.8), é "imprescindível para que o ser humano se torne sujeito de sua práxis no desvelar a sua realidade histórica, através de sua corporeidade."

Buscar uma prática pedagógica através da dança mais coerente consiste em possibilitar ao indivíduo expressar-se criativamente, sem exclusões, tornando esta linguagem corporal transformadora e não reprodutora.

Neste contexto Nanni (1998, p.8) tem a visão de que é a partir do processo criativo, desenvolvido pela dança na escola, que o indivíduo se emancipa, " (...) a criatividade possibilita a independência a liberdade do ser pela autonomia e emancipação."

A dança então pode ser uma ferramenta preciosa para o indivíduo lidar com suas necessidades, desejos, expectativas e também servir como instrumento para seu desenvolvimento individual e social.




Dançar nunca foi uma qualidade minha mais ao assisti esse filme deu uma vontade de balançar o esqueleto, sério mesmo...
  
Referências bibliográficas


OLIVEIRA, V. M. de. O que é Educação Física. São Paulo: Brasiliense, 2001. P.14-96.

NANNI, D. Dança educação, pré-escola a universidade. 2 ed. Rio de Janeiro: SPRINT, 2003. P.7-79.

NANNI, D. Dança educação, princípios métodos e técnicas. 2. Ed. Rio de Janeiro: SPRINT, 1998. P.8-

GARIBA, C. M. S. Personal Dance: Uma Proposta Empreendedora. 2002.133f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção)-Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

GARAUDY, R. Dançar a vida. 5 ed. Rio de Janeiro: Fronteira, 1989. P.7-

FERRARI, GB Por Que Dança na Escola? Disponível em: http://www.fef.ufg.br/texto_pqdanca_na_escola.html, acesso em: 6 de

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos, e o Corpo, jogo e a guerra

Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos

 Com música melancólica e penetrante, documentário faz uma retrospectiva do século 20, marcado por guerras, tecnologia e insanidades.

Ao iniciar o relato visual da história de seus personagens, o autor utiliza-se de imagens de sepulturas, e ao concluir o trabalho faz com que o telespectador perceba o significado do título do filme. Nós que Aqui Estamos por Vós Esperamos sugere que a morte iguala a todos, que o homem veio do pó e ao pó retornará independente de seus feitos no decorrer da vida.

Numa espécie de retrospectiva poética do século 20, Marcelo Masagão antecipa a comparação entre os seres humanos, procurando relatar com o mesmo grau de importância a vida de celebridades, como o bailarino Nijinski, o ator Fred Astaire e o jogador de futebol Garrincha, com pessoas absolutamente comuns, como uma empacotadora de cigarros, trabalhadores industriais e garimpeiros de Serra Pelada. Assim, busca uma conscientização do telespectador da importância de cada indivíduo para a história. Todos se completam e são totalmente dependentes entre si assim entra o fenômeno corpo que independente do ser o que realmente somos e o que fazemos com o nosso corpo assim diz Maurice Merleau-Ponty, O corpo é o nosso "ponto de vista sobre o mundo". Eu não tenho um corpo. Sou um corpo.

“Corpo, a beleza do cosmos é dada não só pela unidade na variedade, mas também pela variedade na unidade.” (Eco, 2003, p. 24) O corpo. Fenômeno amplamente discutido já pelos grandes filósofos gregos, e que ainda hoje presente nos mais diferentes contextos. Mas de que forma será que os conceitos atuais diferem daqueles dos antigos filósofos? Platão (1972, p.74) indagava que:


Nada como o corpo e suas concupiscências para provocar o aparecimento de guerras, dissensões, batalhas; com efeito, na posse de bens é que reside a origem de todas as guerras, e, se somos irresistivelmente impelidos a amontoar bens, fazemo-lo por causa do corpo, de quem somos míseros escravos! Por culpa sua ainda, e por causa de tudo isso, tem preguiça de filosofar.

ISSO NÓS FAZ VOLTAR A QUESTÃO O QUE É EDUCAÇÃO FÍSICA, QUE ENTRA NA VISÃO DO CORPO BELO E AQUI NÓS TEMOS UM PONTO DE VISTA DE UMA TOTALIDADE DO CORPO.
                               



O filme não se restringe somente a uma retrospectiva, mas também à busca incessante dos sonhos e ideal do ser humano. Alguns se limitam à simples questão da sobrevivência, como operários que trabalham em indústrias automobilísticas, mas que jamais tiveram condições de possuir um automóvel. Outros comprovam a onipotência humana, como o pintor com a roupa especial para encontrar-se com Deus, ou ainda o alfaiate francês imitando um pássaro e lançando-se da Torre Eiffel, imagem que se funde com a explosão de um ônibus espacial americano. Torna-se explícito o egoísmo humano, o desejo de conquistar o inconquistável e, apor meio de sobreposição de imagens, o telespectador é direcionado a conhecer o pensamento dos personagens.
   Isso nos permitiu relacionar esse filme com o Johan huizinga do jogo e a guerra e que no seu pensamento O estudo que consideramos acentua também a ligação entre o jogo e a guerra. Falta pouco para Afirmar que o jogo, e o impulso humano para jogar, estão na origem de toda experiência humana, Pois aparentemente tudo o que os homens fazem, empreendem e constroem está marcado pelo Jogo, por certo regramento consentido socialmente, pelo impulso de competição e, quem Sabe, pelo prazer do embate e da concorrência.


No filme mostra que num decorrer da guerra envolvia muito a questão da religião que influenciou os grandes conflitos mundiais entra no jogo e a guerra e o corpo como elementos cruciais dos combates assim tendo um pensamento cartesiano aonde o corpo e um mero objeto e se torna através dos anos sendo mecânico, sendo substituído pelas as máquinas, assim não só a religião mais a própria cultura, assim com cita huizinga, A identificação platônica entre o jogo e o sagrado não desqualifica este último, reduzindo-o ao jogo,Mas, pelo contrário, equivale a exaltar o primeiro, elevando-o às mais altas regiões do espírito.

Dissemos no início que o jogo é anterior à cultura; e, em certo sentido, é também superior, ou pelo Menos autônomo em relação a ela. que o jogo faz parte da guerra, porque a um tempo e um espaço definido.

                                                                                
Johan Huizinga


 Os homens criam as ferramentas, as ferramentas recriam os homens.
Infelizmente a irracionalidade das guerras não deixa de fazer parte das imagens do século, a vaidade humana em busca de poder e glória. Digo irracionalidade porque as guerras são iniciadas por aqueles que nunca carregaram um fuzil ou explodiram uma bomba na cabeça de outro, homens que ficam em seus escritórios ventilados no verão e aquecidos no inverno, com a barriga cheia, contando as baixas do exército inimigo ou encaminhando os mortos a seus parentes, achando ainda que façam um grande serviço: aqui vai um herói, que perdeu a vida lutando bravamente pela liberdade do mundo. Os versos do soldado Kato Matsuda, morto em 1945, representam com dignidade essa visão do absurdo das batalhas.

Papai, mamãe, me desculpem por ser um filho ingrato.
Não há pior desgraça do que um filho
morrer antes dos pais, isso foge à ordem
natural das coisas.
No meu silêncio já refleti muito sobre
o sentido e a finalidade desta guerra.
Mas estar aí junto a vocês seria
uma grande humilhação...

E a tela continua sendo bombardeada com imagens que resgatam a memória do século, com uma melancolia ressaltada pela trilha sonora, mas também com momentos que sugerem um certo otimismo em relação ao futuro. A busca da felicidade é o objetivo que melhor traduz o que deveria ser a essência da existência humana, mas será que a felicidade existe?

                                   



Referências bibliográficas


• CRITELLI, Dulce Mara. Para Recuperar a Educação. In: Martin Heidegger, todos nós ninguém: um enfoque fenomenológico do social. São Paulo: Moraes, 1981. p. 59-72.

• ECO, U. O nome da rosa. São Paulo: O Globo, 2003. (Série Biblioteca Folha).

• MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

• PLATÃO. Fédon. São Paulo: Abril Cultural, 1972. (Coleção Os Pensadores). p.

• SÉRGIO, M. Ciência da motricidade humana. In: COLÓQUIO DE PESQUISA QUALITATIVA EM MOTRICIDADE HUMANA, 2003, São Carlos, Anais...São Carlos: 2003.

Huizinga, Johan (1999). Homo Ludens. São Paulo, perspectiva.

Temáticas trabalhadas

Nas ultimas semanas tivemos a temáticas das lutas com objetivo de todo nós conhecer mais a fundo as artes Marcias com uma das tantas praticas corporais na área da educação física, nos mostra que não só o X-bol que estamos habituados a fazer ou seja a reproduzir nas escolas e nas aulas de educação física...
 essas praticas corporais  elas  envolve a bio.psico.social.  Todas as lutas a como implantar nas aulas assim têm maior variedade de trabalhos assim vamos provocar a diversificação das praticas corporais, ter uma visão não do esporte de alto rendimento mais a inclusão de todos assim proporcionando maiores o oportunidades das crianças conhecerem novas coisas, tentar trazer algo diferente, mais sim às vezes o novo, o diferente num é visto com bons olhos mais por isso que temos que quebrar esse paradigma do que só o x- bol. é mais simples mais esse simples é ruim porque vamos ficar sempre nas mesmas coisas, como diz Valter bracht diz que trazer melhorias para o sistema capitalista, que inibi as algo inovador que é muda a visão da educação física.




Assim como o Johan Huizinga, com o lúdico, os jogos podem fazer das aulas mais interessantes e mais produtivas sem esquecer a essência das crianças a onde começa tudo na brincadeira, como afirma Winnicott (1982) ao dizer que através do brincar e da fantasia a criança aumenta seu repertório de experiências com o meio e com outras crianças.



Bom trabalharam com o Boxe, Caratê, Judô, Esgrima, Taekwondo, e luta Greco romana.

Boxe

O boxe ou pugilismo é uma arte marcial e esporte de combate que usa apenas os punhos, tanto para a defesa como para o ataque. A palavra deriva do inglês to box, que significa bater, ou pugilismo (bater com os punhos), expressão utilizada na Inglaterra entre 1000 e 1850.







Caratê

Originalmente a palavra caratê era escrita com os ideogramas 空手 ("mãos vazias") se referindo à Dinastia Tang ou, por extensão, a mão chinesa, refletindo a influência chinesa nesse estilo de luta.





                                                   Esgrima
   A esgrima (do antigo provençal escrima do vocábulo germânico skirmjan, "proteger") é um desporto que evoluiu da antiga forma de combate, em que o objectivo é tocar o adversário com uma lâmina ao mesmo tempo que se evita ser tocado por ele. Existem três disciplinas de esgrima: o florete, a espada e o sabre, diferindo não só no formato da lâmina mas também nas zonas do corpo onde um toque é válido e também como as armas funcionam.
                                                                     
                            
                                                            
                                                                               
                                                                            taekwondo
      O taekwondo (em coreano: 태권도; AFI: [tʰɛk͈wʌndo]) , também grafado Tae Kwon Do ou Taekwon-Do, é uma arte marcial coreana de defesa pessoal. Hoje em dia, é também um desporto difundido em todos os continentes. Nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, teve seu "batismo de fogo", quando se converteu num desporto olímpico de exibição, confirmado nos Jogos de Barcelona em 1992. Nos Jogos Olímpicos de 1996, em Atlanta, já constava para a disputa de medalhas, consagrando-se como desporto olímpico oficial nas Olimpíadas de Sydney, em 2000.                                                

                         
 
                                                               
                                                                     
                                                                

                                                              Luta greco-romana


   A luta greco-romana é considerada pela Federação Internacional de Lutas Associadas (FILA) como uma das quatro principais formas de luta amadora, e está presente nos Jogos Olímpicos modernos desde 1896.
Semelhante ao pancrácio, a luta greco-romana também era um esporte importante nos festivais gregos. Era parte do pentatlo na Grécia Antiga, um campeonato atlético que também incluía corridas, saltos, lança e lançamento de discos. Os gregos reconheciam a luta livre como uma excelente forma de desenvolver a destreza física e mental.

 




Judô
Judô ou Judo (柔道 Juu Dou - "caminho suave" ou "caminho da suavidade", em língua japonesa) é um desporto praticado como arte marcial, fundado por Jigoro Kano em 1882. Os seus principais objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, para além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.

THIAGO CAMILO