sexta-feira, 16 de abril de 2010

Jogos Cooperativos e Fair Play


Bom trabalhamos os jogos cooperativos e fair play, os cooperativos no meu entendimento é uma importante proposta para educação física escolar, trás os benefícios filosóficos, sociológicos, e pedagógicos, que é considerada adequada para valorizar a cooperação nas aulas de educação físicas. “Segundo orlick O objetivo primordial dos jogos cooperativos é criar oportunidades para o aprendizado cooperativo e a interação cooperativa prazerosa” .
 segundo Marcos Miranda correia, Embora a mediação do esporte pelos JC seja uma estratégia adequada para estimular a participação dos alunos e a cooperação intra-grupal, não se pode perder de vista a relação de oposição que continua implícita quando se trabalha com duas equipes. Essa estratégia deve ser vista como um processo para alcançar os objetivos de um projeto político-pedagógico da nossa sociedade, o qual pretende transformar o paradigma da competição em um paradigma da cooperação. Logo, a EF escolar deve refletir sobre seus métodos, estratégias e conteúdos adotados nas aulas.





Dança circular sagrada: issos naxou origem: na Grécia Aula 2 módulo jogos cooperativos da pós de educação física.

 

FAIR PLAY
O grande idealizador do fair play foi nada mais do que o barra Pierre de coubertin na minha opinião o fair play e a honra e a lealdade, o respeito pelos outros e por si próprio.
 e segundo Adriano Leal de carvalho O fair play está claramente vinculado à ética no meio esportivo. Suas inter-relações com o comportamento considerado exemplar por um ser humano dentro e fora da prática competitiva se tornam cada vez mais incisivas. Isso acontece porque o esporte é um fenômeno que visa equilibrar a razão, a emoção e a espiritualidade do homem através do fair play. Logo, busca promover uma mobilização em prol do comportamento e do pensamento ético se seus envolvidos (Portela, 1999). 




 
    Conclui-se, parcialmente, que a influência do marketing e da mídia pressionando os atletas por melhores resultados gera na mente de treinadores e esportistas o pensamento de vitória a qualquer preço, culminando na utilização de meios ilícitos, tais como o doping, a manipulação genética, processos de naturalização, entre outros, quebrando assim, os princípios do jogo limpo.




 
 
 
Entre os muros da escola
 
François Marin (François Bégaudeau) trabalha como professor de língua francesa em uma escola de ensino médio, localizada na periferia de Paris. Ele e seus colegas de ensino buscam apoio mútuo na difícil tarefa de fazer com que os alunos aprendam algo ao longo do ano letivo. François busca estimular seus alunos, mas o descaso e a falta de educação são grandes complicadores.


Nesse filme temos o conflito de sistemas que quer inovar com novas idéias novas formas de dar aula de ter o um comprometimento com os alunos estar no sistema em que o descaso e o desinteresse dos alunos e acomodação é seu maior desafio, como diz Valter bracht temos como mudar o sistema sim basta trazemos melhorias para o sistema.


Temos esse filme essa é nada mais nada menos que a realidade que nos futuros educadores é evidente essa é uma realidade que devemos confrontar esse grande desafio, de mudar essa realidade.













Aqui o professor tem uma idéia de todos os alunos fazer um alto retrato deles, assim tem como o professor conhecer mais um pouco os seus alunos, porque há outras coisas que possam inibir o desempenho dos alunos na escola como, por exemplo, problemas na família, ente essas possibilidades temos como ajudar os nossos alunos porque muito das vezes temos que ser mais do professores mais sim um amigo, em que eles possam conversar desabafar, tudo isso há um comprometimento mais do podemos dar, assim possibilidades de ajudar os alunos.



Conhecer que cada criança tem suas dificuldades mais sempre tem o seu talento escondido.
Esporte e o jogo


Essa semana trabalhamos um temática que nós tínhamos que diferencia o esporte do jogo, bom vou começar com o esporte eu fui há 10 corrida do batom em Guarulhos e participei desse evento que reuniu mais de cinco mil pessoas segundo a organização. No esporte temos as seguintes diferenças empresas que Patrocinam o evento ai sim entra o dinheiro, a organização com arrecadação de alimentos, temos os interesses políticos, a impressa para divulgar o evento, o policiamento, no caso a segurança, ambulâncias de prontidão, o esporte tem suas regras internacionais, segundo Valter bracht todo esporte competitivo reflete a ideologia burguesa.

Há o interesse ao prêmio tem a competitividade entre os parcipantes ,

Com essas característica do esporte aonde só a vitórias interessa, já no jogo essas características não ocorre porque no jogo o que realmente interessa jogar, segundo Johan huizinga o jogo é um fenômeno lúdico aonde tem o seu espaço definido e sua regras posta pelos os próprios jogadores, no jogo existe alguma coisa “em jogo” que transcende as necessidades imediatas da vida e confere um sentido á ação. Todo jogo significa alguma coisa. Não se explica nada chamado “instinto” ao princípio ativo que constitui a essência do jogo, chamar-lher “espírito” ou “vontade” seria dizer demasiado. Seja qual for à maneira como o considerem o simples fato de o jogo encerrar um sentido implica a presença de um elemento não material em sua própria essência.


Aqui tem toda a organização na largada como podemos vê as impressas que investem no evento as placas, e as camisas dos universitários.




Nessa foto aqui temos o policiamento e os médicos as ambulância que ficam de Platão durante o evento.



policiamento "A segurança" São características do esporte que diferencia do jogo.




aqui temos a entrega do quites para caminhada


Aqui temos a recadação de alimentos


Agora temos a chegada e a vencedora da 10 corrida batom 2010


Essa é mais uma característica do esporte aonde só ganha àquele que chega primeiro, já no jogo esse paradigma da competição e a esportização e quebrado segundo marcos Miranda correia.



Aqui temos a premiação


as vencedoras.



Alem da corrida teve também outro movimento cultural que é a capoeira.


Turmas ED Física da unicid estiveram La presente nesse evento.

domingo, 11 de abril de 2010

Itaú cultural "ocupação Chico Science"

Durante essas semanas fui  ao Itaú cultural, pra ver a exposição da ocupação Chico Science, gostei muito da exposição, e também a do Helio oiticica – o mundo é um museu.


De Chico pra Chico, Chico science o Francisco de Assis França, mais conhecido pela alcunha de Chico Science (Olinda, 13 de março de 1966 — Recife, 2 de fevereiro de 1997) foi um cantor e compositor olindense, um dos principais colaboradores do movimento manguebeat em meados da década de 1990. Líder da banda Chico Science & Nação Zumbi, deixou dois discos gravados: Da Lama ao Caos e Afrociberdelia, tendo sua carreira precocemente encerrada por um acidente de carro na rodovia entre as cidades de Olinda e Recife.

Maracatu misturado ao rock, hip hop e eletrônico na arte. Chapéu, óculos, roupas coloridas e sorriso largo na aparência física. Não é preciso ter conhecido Chico Science para dizer que ele transmitia uma vibração positiva - digna mesmo de alguém que costumava cantar que "segunda é um dia lindo". Pois, mais do que um indivíduo "simples, espirituoso, pé no chão e camarada", como descrevem os que eram mais próximos a ele, este foi um dos maiores nomes da música brasileira durante os anos 90. Chico pode ter deixado seus fãs em 1997, devido a um acidente de carro, mas seu trabalho permaneceu, de forma a não só inspirar outros artistas, como dar origem a uma grande exposição sobre sua vida, pela primeira vez, em São Paulo.
 
 
 
 
A HQ feita pela dupla Dolores e Morales para o encarte do álbum Da Lama ao Caos.

 A linha do tempo feita por Paulo André sobre aos momentos mais importantes da banda.   

                                                                      
Jorge du Peixe e Fred Zero Quatro na abertura da Ocupação


                                                                          
Dona Rita ao lado do produtor Paulo André e de Goretti França, a irmã do cantor

                                                                  

Dona Rita, a mãe do cantor, na abertura da Ocupação                      
      
                                                   As anotações de Chico Science.

    Após de algumas fotos da exposição de Chico science La no Itaú cultural tinhas a oputurnidade de tirar fotos em almenagen há Chico.


"Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar."




" A ESPERANÇA,´QUANDO A DOR PRESENTE NOS FAZ TENTAR OUTRA VEZ"




(CHICO SCIENCE)


deixar que os fatos sejam fatos naturalmente,sem que sejam forjados para acontecer,deixar que os olhos vejam os pequenos detalhes lentamente, deixar que as cruzes que lhe sircudam, estejam sempre inertes, como móveis inofencivos, para lhe servir quando for preciso, e nunca lhe causar danos sejam eles: morais, físicos ou psicológicos.






   

Caranguejos Com Cérebro




Mangue, o conceito



Estuário. Parte terminal de rio ou lagoa. Porção de rio com água salobra. Em suas margens se encontram os manguezais, comunidades de plantas tropicais ou subtropicais inundadas pelos movimentos das marés. Pela troca de matéria orgânica entre a água doce e a água salgada, os mangues estão entre os ecossistemas mais produtivos do mundo.

Estima-se que duas mil espécies de microorganismos e animais vertebrados e invertebrados estejam associados à vegetação do mangue. Os estuários fornecem áreas de desova e criação para dois terços da produção anual de pescados do mundo inteiro. Pelo menos oitenta espécies comercialmente importantes dependem do alagadiço costeiro.

Não é por acaso que os mangues são considerados um elo básico da cadeia alimentar marinha. Apesar das muriçocas, mosquitos e mutucas, inimigos das donas-de-casa, para os cientistas são tidos como símbolos de fertilidade, diversidade e riqueza.

Manguetown, a cidade



A planície costeira onde a cidade do Recife foi fundada é cortada por seis rios. Após a expulsão dos holandeses, no século XVII, a (ex)cidade *maurícia* passou desordenadamente às custas do aterramento indiscriminado e da destruição de seus manguezais.

Em contrapartida, o desvairio irresistível de uma cínica noção de *progresso*, que elevou a cidade ao posto de *metrópole* do Nordeste, não tardou a revelar sua fragilidade.

Bastaram pequenas mudanças nos ventos da história, para que os primeiros sinais de esclerose econômica se manifestassem, no início dos anos setenta. Nos últimos trinta anos, a síndrome da estagnação, aliada a permanência do mito da *metrópole* só tem levado ao agravamento acelerado do quadro de miséria e caos urbano.

Mangue, a cena



Emergência! Um choque rápido ou o Recife morre de infarto! Não é preciso ser médico para saber que a maneira mais simples de parar o coração de um sujeito é obstruindo as suas veias. O modo mais rápido, também, de infartar e esvaziar a alma de uma cidade como o Recife é matar os seus rios e aterrar os seus estuários. O que fazer para não afundar na depressão crônica que paralisa os cidadãos? Como devolver o ânimo, deslobotomizar e recarregar as baterias da cidade? Simples! Basta injetar um pouco de energia na lama e estimular o que ainda resta de fertilidade nas veias do Recife.

Em meados de 91, começou a ser gerado e articulado em vários pontos da cidade um núcleo de pesquisa e produção de idéias pop. O objetivo era engendrar um *circuito energético*, capaz de conectar as boas vibrações dos mangues com a rede mundial de circulação de conceitos pop. Imagem símbolo: uma antena parabólica enfiada na lama.

Hoje, Os mangueboys e manguegirls são indivíduos interessados em hip-hop, colapso da modernidade, Caos, ataques de predadores marítimos (principalmente tubarões), moda, Jackson do Pandeiro, Josué de Castro, rádio, sexo não-virtual, sabotagem, música de rua, conflitos étnicos, midiotia, Malcom Maclaren, Os Simpsons e todos os avanços da química aplicados no terreno da alteração e expansão da consciência.

Bastaram poucos anos para os produtos da fábrica mangue invadirem o Recife e começarem a se espalhar pelos quatro cantos do mundo. A descarga inicial de energia gerou uma cena musical com mais de cem bandas. No rastro dela, surgiram programas de rádio, desfiles de moda, vídeo clipes, filmes e muito mais. Pouco a pouco, as artérias vão sendo desbloqueadas e o sangue volta a circular pelas veias da Manguetown.

 
                                                                                   


     HÉLIO OITICICA "museu é o mundo "



Com a visita ao Itaú cultural vi a exposição também a do HÉLIO OITICICA “museu é o mundo” a nossa primeira prova foi relacionar a obra de HÈLIO com as temáticas trabalhadas conosco, nesses primeiros meses de aula, bom eu senti dificuldade de relacionar a obra de oiticica com as temáticas o que eu vi semelhanças foi que oiticica ver a arte só se completa com a interação do espectador. Oiticica que não só o artista faça parte, da obra mais que seja um fenômeno que tenha uma partipação coletiva com arte, assim entra a classificação de jogos de Fernando J. Gonzalez.


Se existe ou não relação com companheiros, se existe ou não interação direta com o adversário, segundo oiticica a arte só se completa com a fusão do espectador a arte e o artista.

Outra temática que eu consegui relacional foi que oiticica vem quebrando o mito o paradigma da arte vista com uma exposição no museu ou só uma imagem num quadro, Helio oiticica vê que ar esta presente no nosso cotidiano, ao nosso redor, ela esta nas ruas enfim em todos os lugares e até o nosso corpo e arte porque oiticica tem uma visão que o corpo entrega e complementa a arte um exemplo claro disso e os parangolés que há interação do corpo com o parangolé com diversos movimentos formas expreções, assim entra a ciência e o que educação física, Helio oiticica ele vê diversas formas de fazer arte em diversos ambientes tai como as construções espontâneas, anônimas, nos grandes centro urbanos – a arte das ruas, das coisas inacabadas, dos terrenos baldios etc.

Assim mais uma ver entra a classificação de jogos, e também como podemos não só trabalhar na quadra com toda a pensão que o professores de ED física só trabalha só na quadra ou em campo academia não com Valter bracht, e Medina temos que quebrar esse paradigma e porque não podemos fazer aulas ate em sala de aula, trazer melhorias para o sistema, segundo Valter bracht diz, que podemos mudar esse sistema busqueis capitalista, dessa mesma forma oiticica em nova com sua visão de arte ele quebra paradigmas, confronta o sistema capitalista, as regras estabelecidas pela a burguesia, oiticica ele trabalha com seu imaginário com o lúdico com suas situações explicita e implícita tais com Johan hizinga.

Bom foi um pouco das semelhanças que eu pude fazer com a obra de Hélio oiticica com as temáticas trabalhadas.

                       
                                                      Hélio oiticica
 
 
 
Com podemos vê oiticica ele classifica arte com vários modos de expor a arte independente do ambiente .



Esse e os penetráveis essa obra possibilita ao espectador a possibilidade de interagir com arte por isso que oiticica diz que arte só se completa com a participação do espectador.




Helio oiticica ele tem suas critica ao mundo capitalista, a burguesia etc.




domingo, 4 de abril de 2010

Jogos Paraolímpicos

O esporte adaptado para deficientes surgiu no começo do século XX, quando iniciu-se atividades esportivas para jovens com deficiências auditivas. Mais tarde, em 1920, iniciaram-se atividades como Natação e Atletismo para deficientes visuais. Para portadores de deficiências físicas, o esporte adaptado só teve início oficialmente após a Segunda Guerra Mundial, quando muitos soldados voltavam para casa mutilados.


As primeiras modalidades competitivas surgiram nos Estados Unidos e na Inglaterra. Nos Estados Unidos surgiram as primeiras competições de Basquete em Cadeiras de Rodas, Atletismo e Natação, por iniciativa da PVA (Paralyzed Veterans of America).


Na Inglaterra, o neurologista e neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann, que cuidava de pacientes vítimas de lesão medular ou de amputações de membros inferiores, teve a iniciativa de fazer com que eles praticassem esportes dentro do hospital. Em 1948, o neurocirurgião aproveitou os XVI Jogos Olímpicos de Verão para criar os Jogos Desportivos de Stoke Mandeville. Apenas 14 homens e duas mulheres participaram. Já em 52, os Jogos de Mandeville ganharam projeção, contando com a participação de 130 atletas portadores de deficiência. Tornou-se uma competição anual.


Ludwig Guttmann, o pai do esporte paraolímpico
O esporte paraolímpico surgiu graças aos esforços do neurocirurgião alemão Ludwig Guttmann, judeu refugiado na Inglaterra. Em 1944, a pedidos do governo britânico, ele começou a trabalhar no Centro Nacional de Lesionados Medulares no Hospital de Stoke Mandeville para tratar veteranos de guerra gravemente feridos.
O neurocirurgião percebeu que o esporte funciona muito bem para motivar pacientes a se exercitar e por isso transformou a atividade em parte essencial de seu tratamento. “Era parte do tratamento, como tomar seus remédios ou fazer fisioterapia”, diz Joan Scruton, assistente e secretaria de Guttmann.

Com a crescente importância do esporte para os pacientes, Ludwig Guttmann organizou um campeonato em Stoke Mandeville no dia 28 de julho de 1948, mesmo dia das Olimpíadas de Londres. O evento se tornou anual e obteve caráter internacional em 1952 e abriu caminho para a Paraolimpíada de Roma, em 1960. O pai do esporte paraolímpico morreu em 1980.

Em 1958, quando a Itália se preparava para sediar as XVII Olimpíadas de Verão, Antonio Maglia, diretor do Centro de Lesionados Medulares de Ostia, propôs que os Jogos de Jogos de Mandeville Mandeville do ano de 1960 se realizassem em Roma, após as Olimpíadas. Aconteceram então os primeiros Jogos Paraolímpicos, as Paraolimpíadas. A competição teve o apoio do Comitê Olímpico Italiano, e contou com a participação de 240 atletas de 23 países.

Com o sucesso dos jogos o esporte se fortaleceu e fundou-se a Federação Mundial de Veteranos, a fim de discutir regras e normas técnicas. Ao longo dos anos, a competição foi crescendo muito. Por problemas de organização, as Paraolimpíadas de 1968 e 1972 ocorreram em cidades diferentes da sede das Olimpíadas, constituindo excessões na história dos Jogos Paraolímpicos. Em 1988, em Seul, os jogos voltaram a ser disputados na mesma cidade que abriga as Olimpíadas. O primeiro ano de participação brasileira foi 72.














sábado, 3 de abril de 2010

Tematicas trabalhadas durante a semana

O que é ciência?

 

No começo dessa semana Apresentação do seminário  a questão o que é ciência? A ciência é uma das maiores atividades humanas. É a contemplação da natureza e também muitas outras coisas. é virmos que a ciência anda lado a lado com a filosofia, que entra a religião mais a ciência não é uma religião, ser for assim segundo os cientistas é um Dogma é uma crença estabelecida ou doutrina de uma religião, ideologia ou qualquer tipo de organização, considerado um ponto fundamental e indiscutível de uma crença ou mitos, a ciência ele inventar ela cria,a ciência não é absoluta dona da verdade porque pode se desvenda e pode ser contrariada.

E a assim há quebra de Paradigma pode ser entendido por um exemplo, um modelo, uma referencia, uma diretriz, um parâmetro, um rumo, uma estrutura, ou ate mesmo ideal. Algo digno de ser seguido. Podemos dizer que um paradigma é a percepção geral e comum - não necessariamente a melhor - de se ver determinada coisa, seja um objeto, seja um fenômeno, seja um conjunto de idéias. Ao mesmo tempo, ao ser aceito, um paradigma serve como critério de verdade e de validação e reconhecimento nos meios onde é adotado. Foi o físico Thomas Khun que o utilizou como um termo científico em seu livro A Estrutura das Revoluções Científicas, publicado em 1962.
 


                                                                  "mitos como pelé "






 Os grandes cientistas e filósofos que marcaram a história da ciência foram
                                                                  
" Platão & Aristotle"

                                       "Isaac Newton" (1643-1727)   







                                       

"Socrates" (470 ou 469 a.C.-   399                                                                                                   

"Charles Darwin"  (1809-1882)                                                                                                                                                                                                           


                                                                                     

Galileu Galilei(1564-1642)                                                                                            


                                         

"Albert Einstein"( 1879- 1955)                                                                                                                    


                                                                


                                                "René Descartes" (1596 - 1650)                     









Natureza das afirmações e conceitos científicos
A Ciência tira conclusões sobre o modo que o mundo é, e o modo que a teoria científica se relaciona a esse mundo.Tira-as por meio de evidências de experimentação, dedução lógica, e pensamento racional a fim de examinar o mundo e os indivíduos que existem dentro da sociedade. Em fazer observações dos indivíduos e seus arredores, a ciência procura explicar os conceitos que estão envolvidos com a vida diária

Filosofia da Ciência ( do grego Φιλοσοφία της Επιστήμης ) é o campo da pesquisa filosófica que estuda os fundamentos, pressupostos e implicações filosóficas da ciência, incluindo as ciências naturais como física e biologia, e as ciências sociais, como psicologia e economia. Neste sentido, a filosofia da ciência está intimamente relacionada à epistemologia e à ontologia. Busca explicar coisas como:

• a natureza das afirmações e conceitos científicos,
• a forma como são produzidos,
• como a ciência explica, prediz e, através da tecnologia, domina a natureza,
• os meios para determinar a validade da informação,
• a formulação e uso do método científico,
• os tipos de argumentos usados para chegar a conclusões,
• as implicações dos métodos e modelos científicos para a sociedade e para as próprias ciências.

Uma visão é que todas as ciências possuem uma filosofia subjacente independente do que se afirme ao contrário:








Jogos eletrônicos

E na terça- feira já trabalhamos os jogos eletrônicos tais com jogos de videogame a grande finalidade dessa experiência num entanto inusitada que temos outra de ensinar através do jogos eletrônicos, eu fiquei tanto que dúvida como vou aprender jogando videogame? Ai sim foi surpreendido novamente, quando você começar a jogar eu não estava entendendo nada porque eu não conhecia as regras do jogo mais com um pequeno tempo fui aprendendo o legal de toda essa experiência e que você aprender algumas palavras em inglês,conhece mais o jogo assim vai adquirindo mais conhecimentos através do game assim o nosso leque só aumento.



"Tênis"


"Jogos Olimpicos de inverno"





Os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga
A Grécia Antiga deixou para toda humanidade, principalmente para o mundo ocidental, um dos mais expressivos legados culturais da história, com destaque para filosofia e dramaturgia, pois essas manifestações não eram conhecidas entre as civilizações que antecederam os gregos na história.


A história das civilizações inicia-se por volta do quarto milênio a C. no Oriente Médio com as sociedades hidráulicas nos vales do Tigre e Eufrates, estendendo-se pelo Oriente Próximo, Egito, Índia e China. Culturalmente esses povos conheciam a pintura, escultura, literatura, música e arquitetura, mas não conheciam o teatro nem a filosofia. Essas manifestações nascem apenas com os gregos.

Outro aspecto que se desenvolve somente com os gregos é o esporte. Até então, os exercícios executados pelo homem eram involuntários, em busca da caça para sobrevivência.

O lema do atletismo "mais rápido, mais alto e mais forte" ("citius, altius e fortius"), representado pela trilogia correr, pular e arremessar, foi criado pelo padre Dére Didon em 1896, mas surgiu bem anteriormente, por volta de 776 a C. entre os jovens e soldados gregos, para desenvolver as habilidades físicas e criar competições. Os gregos iniciaram o culto ao corpo e em homenagem ao deus supremo inauguraram os Jogos Olímpicos. Para os gregos cada idade tinha a sua própria beleza e a juventude tinha a posse de um corpo capaz de resistir a todas as formas de competição, seja na pista de corridas ou na força física. A estética, o físico e o intelecto faziam parte de sua busca para perfeição, sendo que um belo corpo era tão importante quanto uma mente brilhante.



Apesar de falarem a mesma língua e de terem unidade cultural, os gregos antigos não tinham unidade política, encontrando-se divididos em 160 cidades-estado, ou seja, cidades com governos soberanos, que a cada quatro anos se reuniam num festival religioso na cidade de Olímpia, deixando de lado suas divergências.


ORIGEM DOS JOGOS

Os antigos gregos não tinham fim de semana de lazer, eles trabalhavam todos os dias, exceto nos mais de 50 feriados religiosos e eventos esportivos, onde destacavam-se os Jogos Olímpicos ou Olimpíadas. Originalmente conhecidas como Festival Olímpico, faziam parte dos quatro grandes festivais religiosos pan-helênicos celebrados na Grécia Antiga e eram assistidos por visitantes vindos de todas cidades-estado que formavam o mundo grego. Os demais festivais eram o Pítico, O Ístmico e o Nemeu.

Sediado na cidade de Olímpia, em homenagem a Zeus (deus supremo da mitologia grega), o festival Olímpico era muito antigo, mas foi a partir de 776 a C. (data da fundação dos jogos) passou a ser feito um registro ininterrupto dos vencedores. Sabe-se que no dia marcado para o evento, uma forte chuva desabou sobre Olímpia, limitando as competições a uma corrida pelo estádio. Registrou-se assim, a primeira notícia de um campeão olímpico. Tratava-se do cozinheiro Coroebus de Elis, vencedor da corrida de 192,27 metros. Alguns historiadores contudo, acreditam que as primeiras olimpíadas tenham sido bem anteriores ao feito do cozinheiro-atleta.


Apesar de inicialmente possuírem um caráter apenas local, já no final do século VIII a C. os jogos passaram a contar com participantes de todas as partes da região grega do Peloponeso. Eram realizados a cada quatro anos na cidade de Olímpia, durante o verão, época em que se iniciava a contagem da "Olimpíada", o período cronológico de quatro anos utilizado para datar eventos históricos.


 
AS MODALIDADES




Os primeiros jogos limitavam-se a uma única corrida com cerca de 192 metros. Em 724 a C. introduziu-se uma nova modalidade semelhante aos atuais 400 metros rasos. Em 708 a C., acrescentou-se o pentatlo (competição formada por cinco modalidades atléticas incluindo luta livre, salto de distância, corrida, lançamento de disco e lançamento de dardo) e posteriormente o pancrácio (luta similar ao boxe). Os atletas do salto à distância carregavam pesos que os impulsionava para frente e que eram largados antes da aterrizagem. Dessa maneira eles acresciam mais de 30 cm em cada salto.

Em 680 a C. foi incluída a corrida de carros. Com formato arredondado na frente e abertos atrás, os veículos corriam sobre rodas baixas, sendo puxados por dois ou quatro cavalos alinhados horizontalmente. Outras competições com animais foram incluídas, como uma corrida de cavalos montados e outra de charretes puxadas a mulas. Em 600 a C., foi erguido o templo de Hera (esposa de Zeus), onde passaram a ser depositadas coroas de louros para os campeões. O estádio ganhou tribunas de honra e a cidade um reservatório de água. Existiam também hotéis para as pessoas importantes, sendo que o mais conhecido da época foi construído ao redor de uma elegante fonte, onde no final se formava uma espécie de nações unidas entre as cidades-estado gregas.

Até 472 a C. as provas eram realizadas num único dia, sendo que apenas os cidadãos livres poderiam competir, além da participação feminina ser proibida.





Originalmente os atletas competiam nus e as mulheres eram excluídas dos jogos. Certa ocasião, uma mulher decidida a ver seu filho competir, disfarçou-se de treinador. No término da competição com a vitória do filho, a mulher pulou a cerca entusiasmada e tudo foi descoberto. A partir desse dia até aos treinadores foi exigida a nudez.


Os atletas que infringiam as regras estabelecidas, eram multados rigorosamente, sendo que da receita das multas eram erigidas estátuas de bronze a Zeus. Os vencedores recebiam uma palma ou coroa de oliveira, além de outras recompensas de sua cidade, para a qual a vitória representava grande glória. De volta à terra natal eram triunfalmente acolhidos, podendo inclusive, receber alimentação gratuita pelo resto de suas vidas. A homenagem podia consistir até na ereção de uma estátua do vencedor, além de poemas que poderiam ser escritos por Píndaro, poeta lírico que produziu diversas obras, destacando-se hinos em louvor às vitórias de atletas gregos.

É interessante observar que já naquela época existiam torcidas com lugares definidos nos estádios. Há alguns anos, uma expedição de arqueólogos europeus e norte-americanos encontrou em Neméia, evidências de grandes concentrações de moedas de Argos bem atrás do lugar onde ficavam os juízes. Como os jogos de Neméia eram controlados por Argos, a torcida escolhia esse local do estádio, para forçar que as decisões dos juízes fossem favoráveis a Argos.

O caráter festivo dos jogos foi alterado a partir da segunda metade do século V a C., quando a rivalidade entre as cidades, principalmente entre Esparta e Atenas, resultou numa guerra civil conhecida na história como Guerra do Peloponeso. Originalmente sem unidade, o mundo grego estava mais do que nunca esfacelado e enfraquecido, abrindo caminho para o domínio macedônio e dois séculos após para o imperialismo romano.

Durante o Império Romano, as modalidades de combate foram mais valorizadas e apesar da sobrevida, os Jogos Olímpicos acabaram juntamente com a antiga cultura grega, tendo sido banidos em 393 pelo imperador cristão Teodósio, possivelmente por suas práticas pagãs.




UMA OCASIÃO RELIGIOSA




Caso as cidades gregas estivessem envolvidas em guerras durante a realização dos jogos, proclamava-se uma trégua sagrada (ekekheiria), que concedia uma espécie de salvo-conduto aos viajantes a caminho de Olímpia. Na verdade, esses viajantes não iam à Olímpia apenas para os jogos. Iam para o festival religioso, para conversar com outras pessoas vindas de Argos, Esparta, Atenas, Tebas ou outras cidades. Nessa ocasião, poetas e oradores aproveitavam-se do grande afluxo de pessoas para tornarem-se mais conhecidos através da declamação de suas obras. Outros ainda aproveitavam o momento, para diversificar seus negócios, realizados numa grande feira. Pode-se fazer uma idéia aproximada do número de pessoas presentes no festival, considerando o fato de o estádio de Olímpia comportar 40 mil pessoas sentadas.

Na entrada de Olímpia estava o ginásio, onde os atletas podiam treinar. Mente e corpo estavam juntos no ginásio, que era o lugar para conversação e para o aprendizado, tanto como para o exercício e a luta romana.

Apesar do espírito de competição, não podemos nos esquecer que o Festival Olímpico era antes de tudo uma ocasião religiosa, onde o centro de tudo era o grande templo de Zeus. Mais de cem bois eram sacrificados no altar em frente ao templo e seu interior era dominado por uma estátua do deus coberta de ouro. Em frente a ela cada atleta tinha que fazer um sacrifício e orar antes do começo. Existia um comitê organizador que decidia se a moral do atleta lhe dava o direito de competir.



NA ERA MODERNA: "O IMPORTANTE É COMPETIR".



Após o banimento no final do século IV, os jogos foram reeditados em 1896 na cidade de Atenas, por iniciativa do educador francês Pierre de Frédy, o barão de Coubertin (1863-1937). Fascinado pelo comportamento dos gregos no passado, Coubertain convocou em 1894, uma reunião com delegados de 9 países, expondo seu plano de reviver os torneios que tinham sido interrompidos há 15 séculos.

As delegações desfilando em Atenas na primeira olimpíada da era moderna

Nessa primeira Olimpíada da era moderna o atletismo destacou-se como principal esporte, sendo realizadas 12 provas, entre corridas, saltos e arremessos. Nessa época começam a surgir os ídolos, como o grego Spyridon Louis. Considerado o primeiro ídolo de uma Olimpíada, Louis venceu a maratona acompanhado de seu cachorro Zeus, e a ele dedicou sua vitória após ser ovacionado e receber inclusive, uma inusitada proposta de casamento.


Barão de Coubertin
Os jogos modernos destacaram-se também pela participação feminina, sendo que a atleta canadense de salto em altura Ethel Catherwood, que em Amsterdã-1928 atingiu o recorde de 1m59, é considerada a primeira musa de uma Olimpíada. Em Munique-1972, foi a vez da ginasta russa Olga Korbut que com três ouros foi consagrada como "musa de Munique", recebendo privilégios e sendo assediada pelo público. Na olimpíada seguinte, em Montreal a ginasta romena Nádia Comaneci, com apenas 14 anos encantou o mundo, recebendo a primeira nota dez de ginástica na história das Olimpíadas, conquistando sozinha para seu país um total de cinco medalhas, sendo três de ouro, uma de prata e uma de bronze.



O ideal olímpico representado pela velha máxima "O importante não é vencer, é participar", foi defendido pela primeira vez em 1908 pelo bispo da Pensilvânia, durante um sermão aos atletas que disputariam as Olimpíadas de Londres. A frase utilizada posteriormente pelo barão de Coubertain, a quem erroneamente é atribuída, não condiz com a realidade olímpica dos tempos modernos, onde o esporte é visto como "guerra" e cada vez mais são encontradas evidências de doping, como o caso do atleta canadense Bem Johnson que em Seul-1988 teve seu ouro e recorde nos 100 m. cassados pelo Comitê Olímpico Internacional.





Atualmente os jogos contam com mais de 6 mil competidores de cerca de 100 países que disputam mais de 20 modalidades. A tocha olímpica ainda brilha, talvez não com a mesma chama clara e intensa que inspirava seus primórdios há 2 mil e quinhentos anos atrás. Porém, ela ainda pode impulsionar o objetivo de que a cada quatro anos as nações do mundo deveriam esquecer suas diferenças para se unirem em amizade e competição, como as cidades-estado da antiga Grécia.
 
 

 



 A tocha olímpica – idealizada, na concepção moderna, pelo alemão Carl Diem – criada para as olimpíadas de Berlim em 1936 –, que se baseou nos diversos significados históricos e religiosos das tochas na antiguidade para incluí-la no cerimonial olímpico.

O Lema – “Citius, altius, fortius” (Latim: o mais rápido, o mais alto, o mais forte), criado pelo Monge Didon, amigo do Barão de Coubertin (educador francês q organizou o congresso – na Universidade Sorbonne, em Paris – responsável pelo renascimento, de fato, dos jogos olímpicos).
O juramento: “Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra às nossas equipes”.

O hino: composto em 1896 pelo compositor grego Spirou Samara, com letra do músico grego Cositis Palamas; foi adotado pelo Comitê Internacional Olímpico em 1958 e é executado em todas cerimônias olímpicas oficiais

Os mascotes: adotados pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1968, em Grenoble, na França, eles se popularizaram como símbolos da alegria e da festa dos Jogos Olímpicos, servindo como embaixadores e mensageiros da amizade e personificando a cultura ou fauna da região onde acontecem os jogos.

Mas nenhum deles representa as Olimpíadas tão bem em seus ideais de união e superação das diferenças e obstáculos como o símbolo idealizado em 1913, pelo Barão de Coubertin:


Os cinco aros da bandeira Olímpica, que representam a união dos cinco continentes (azul, Europa; amarelo, Ásia; preto, África; verde, Oceania; e vermelho, América). Pelo menos uma das suas 6 cores está pressente na bandeira de cada um dos países filiados ao Comitê Internacional Olímpico. a cor branca representa a paz entres os paises.